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#JeSuisAhmed

por Carolina, em 09.01.15

O polícia que todos vimos morrer naquele vídeo horroroso era muçulmano. Defendia o direito de alguém poder dizer mal da sua religião. Defendia a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa. 

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5 comentários

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De Vanessa a 09.01.2015 às 21:38

É tudo uma tristeza.
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De Carlos a 10.01.2015 às 16:08

Olha quem matou tanta gente não matou porque não quer que haja liberdade de expressão e de imprensa. Matou porque quer começar a instaurar um estado islâmico na Europa. Em muitos países árabes fazem o mesmo e lá não existe nenhuma liberdade de imprensa. É um erro tentar arranjar uma explicação para o que vai na cabeça destes assassinos.
A única certeza que tenho é que na Europa há milhares destes gajos prontos a espalhar o caos novamente e infelizmente ninguém vai fazer nada para mudar isso. Os posters "Je suis Charlie" não os assustam minimamente.
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De Carolina a 10.01.2015 às 17:58

Exactamente Carlos, vou citá-lo: " Em muitos países árabes fazem o mesmo e lá não existe nenhuma liberdade de imprensa.". Eles matarem estas 12 pessoas como um exemplo/uma ameaça, que se continuarmos a publicar coisas como o Charlie Hebdo publicava, que eles vão continuar a matar. No fundo, é um atentado à liberdade (de expressão/de imprensa).
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De Carlos a 10.01.2015 às 18:35

Não é apenas a liberdade de imprensa que está em causa. Quando disse que acontecia o mesmo em países árabes não estava a falar exclusivamente de jornalistas. Este grupos matam polícias, jornalistas, entram num infantário e matam 50 crianças só para afirmar que o grupo ainda está activo. O que vimos foi apenas uma ponta dum iceberg. A islamização radical não quer apenas acabar com a liberdade de imprensa acreditem.
Por outro lado, o mundo islâmico em geral é representativo de tudo aquilo que lutámos contra durante séculos. As mulheres (muitas ainda crianças) ficam para a vida toda propriedade desses homens/pedófilos e uns anos mais tarde essas mesmas mulheres fazem o mesmo com as filhas(são centenas de milhões de casos assim pelo mundo). Estas situações são prática comum e legal em todos os países árabes e na Europa silenciosamente fazem o mesmo. Por mais que queiramos ajudar essas mulheres há mentes que não podem ser mudadas.
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De Carolina a 10.01.2015 às 19:01

Claro que sim, Carlos. Concordo consigo, isto é apenas a ponta de um iceberg. O problema é que nós olhamos para o lado, não queremos ver, são coisas que acontecem muito longe. Só quando nos toca a nós é que nos revoltamos e dizemos isto e aquilo. Sempre fomos assim e sempre seremos.

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